Cuba, Ficción y Fantasia
Editorial, Expografia, Identidade, Impresso
↗ Daros Latinamerica Collection
Com obras de alguns dos mais importantes artistas contemporâneos de Cuba, como Ana Mendieta, Iván e Yoan Capote, José Bedia, Juan Carlos Alom, Los Carpinteros, Marta María Pérez Bravo, Tania Bruguera e Tonel, Cuba: Ficción y Fantasía atravessa mais de três décadas da produção artística do país. Reunindo diferentes gerações, linguagens e perspectivas, a exposição aborda temas recorrentes da experiência cubana, como mistério, religião, misticismo, repressão e luta política. Entre fotografias, vídeos, instalações, pinturas, esculturas e performances, as obras revelam como ficção e fantasia podem se tornar ferramentas para interpretar uma realidade marcada por tensões políticas e transformações sociais. Sem propor uma leitura única ou definitiva, a exposição constrói um panorama múltiplo da arte cubana, no qual o imaginário, a espiritualidade, o humor e a crítica se misturam como formas de resistência e reinvenção.
Com mais de cem obras do acervo do MNBA, Pretagonismos coloca artistas negros no centro da história da arte brasileira. Design e arquitetura trabalham como uma única estrutura de leitura: obras, nomes e histórias ganham presença para que outro panorama da arte brasileira possa emergir. Mais amplo, crítico e, sobretudo, necessário.
Maracanã Media produz narrativas autorais e documentais sobre atletas de alta performance. Com impacto visual e um olhar brasileiro sobre o esporte, revela as histórias, tensões e desejos que existem além do resultado.
A Bauh é um estúdio de mobiliário autoral que desenvolve peças em madeira de demolição. Com produção em tiragem limitada, cria móveis marcados pela atenção aos materiais e aos detalhes. Desenvolvemos sua identidade visual, criando um sistema gráfico sóbrio e contemporâneo para acompanhar a comunicação da marca sem disputar com a singularidade da matéria.
A Revista Amarello aproxima arte, design, beleza, filosofia e arquitetura. No digital, imagens, margens generosas e ritmos tipográficos preservam a densidade editorial e criam um espaço de leitura atento e sensível.