Ateliês do Rio
Editorial
Ateliês do Rio convida o leitor a entrar em dez espaços e observar o processo criativo de cada artista, e como cada um organiza a rotina, a repetição, a memória, o pensamento imaginativo, a experimentação, a inspiração, os abismos e as funcionalidades. Nas fotografias de Vicente de Mello e nas entrevistas de João Vergara, os ateliês de Adriana Varejão, Anna Bella Geiger, Barrão, Beatriz Milhazes, Carlos Vergara, Denilson Baniwa, Marcela Cantuária, Maria Nepomuceno, Maxwell Alexandre e Waltercio Caldas aparecem como extensões singulares de suas práticas. Desenvolvemos o projeto editorial da publicação a partir desse exato entendimento: um livro que absorve essa simbiose entre o artista e o espaço, e onde ferramentas, caos, obras em processo, paredes, mesas e silêncios revelam que um ateliê é, antes de tudo, um arquivo vivo e uma forma de estar no mundo. E por isso mesmo é esperado que ele esteja sempre em movimentação, entre ordem e desordem, idas e voltas.
A Bauh é um estúdio de mobiliário autoral que desenvolve peças em madeira de demolição. Com produção em tiragem limitada, cria móveis marcados pela atenção aos materiais e aos detalhes. Desenvolvemos sua identidade visual, criando um sistema gráfico sóbrio e contemporâneo para acompanhar a comunicação da marca sem disputar com a singularidade da matéria.
Encruzilhadas: Acreditamos nas esquinas reuniu sete oferendas sonoras de 29 artistas brasileiros. Para traduzir visualmente o conceito da exposição, criamos um universo simbólico de imagens que se relacionam direta ou indiretamente com o orixá, unindo toda essa encruzilhada em um lugar só: o agora.
Conduzimos o processo de rebranding da Trama, reafirmando a marca como um ateliê de criação dedicado à casa e à beleza do cotidiano. Desenvolvemos uma identidade visual mais ampla e sensível, acompanhada por uma produção fotográfica e audiovisual que valoriza a qualidade dos materiais e a sabedoria artesanal.
O Festival Teal Brasil reúne redes, práticas e inspirações para imaginar organizações mais integrais. Sua identidade mutável, como o próprio pensamento teal, reflete um campo em evolução, se organizando por camadas: grafismos se sobrepõem, mudam de relação e produzem configurações sempre novas, enquanto o conteúdo permanece no centro.